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Centro Cultural e Templo dos Orisá Egbe Ifá Ire


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Olá!

Comunidade da religião dos orixás ou não  a (ACAD) É UM NUCLEO REGIONAL é um local onde desenvolve a proteção básica, centro de referencia  social na oferta de serviço continuados  de proteção cultural, religiosa e porteção social básica. Onde esta localizada na,

RUA: DESEMBARGADOR GASTÃO MACEDO 118 PRAÇA SECA -RJ

TEL: (21) 24257432

Email: paulodesu@yahoo.com.br / pauloganga2014@gmail.com

Acad é uma organização não governamental, uma porta  de entrada dos usuários à rede de proteção cultural, religiosa e proteção social básica.

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Orisá Òsòòsù

Deus dos caçadores, irmão de Ogun, representando a fartura. Tornou-se um Orixá popular, por

aventurar-se pelas matas para descobrir novos caminhos para acampamentos, o que deu origem a

várias cidades. Apresenta esse Orixá também um lado alquímico, pois conta a lenda que Oxossi por

viver grande parte do tempo na mata, aprendeu com Ossanhe, divindade das folhas, a utilidade e a

aplicação de cada essaba.

PERSONALIDADE: Audacioso, exibicionista, cheios de iniciativa, espertas, rápidas, estão sempre

alertas, hospitaleiros, generosos, temperamentais, orgulhosos, irrequietos, possuem senso coletivo,

senso de responsabilidade e mudam de opinião facilmente.

Cabe acrescentar ainda, que Oxossi está associado ao frio, à noite e a Lua. Relaciona-se com os

animais cujo grito imita a perfeição. Assim é Oxossi, valente e ágil.

SÍMBOLOS: OFÁ: arco e flecha, capanga e aves.

PAÓ: 3 batidas de palmas, bem espaçadas e levantando-se a cada vez, as mãos fechadas adiante e

para cima, lentamente. Em seguida, 7 lentas na frente e as três de reverência, ainda mais lentas, em

seguida do adobale.

SAUDAÇÂO: “Okê Oxossi! Okê aro ode! Ode kokê maior!”.

FILIAÇÂO: Aparáoká

DIA: Quinta-feira

METAL: Estanho

Oxóssi, é filho de Iemanjá com Orunmilá. É divinização da floresta, reinando sobre o verde sobre os

animais selvagens, dos quais é considerado o dono e dos quais tem todas as virtudes. Oxossi é sagaz

como o leopardo, forte como o leão, leve como um pássaro, silencioso como um tigre, observador

como a coruja, sabe se esconder como um tatu, é vaidoso como o pavão, corre como os coelhos, sobe

em árvores como macaco, conhece os animais profundamente e com eles partilha o conhecimento da

natureza.

Dizem os mitos que aprendeu a caçar com seu irmão Ogum, quando este lhe deu as pontas de flechas

e, mais tarde, a espingarda. A essência de Oxossi é "atingir um objetivo". Fixar um alvo e atingi-lo.

Alimentar a família. Oxossi sempre foi o responsável por alimentar a família. É considerado o orixá que

dá de comer às pessoas, pois sob seus domínios estão os animais e os vegetais. Assim, invoca-se a

energia de Oxóssi quando se quer encontrar algo ou atingir algum objetivo e para prover sustento

(moral ou físico) durante as jornadas.

No limite, é Oxossi o patrono da natureza, enquanto Ogum é a cultura. Como sempre foi muito

observador aprendeu também os mistérios e poderes das plantas com Ossain, orixá dono dos poderes

de cura das folhas, que certa vez o enfeitiçou, levando-o para o fundo da floresta a fim de ter

companhia. Iemanjá, sua ciumenta mãe, enfurecendo-se, mandou que Ogum fosse buscar seu irmão

na floresta e o arrancasse dos feitiços de Ossain.

Invoca-se Oxossi, portanto, quando se quer encontrar remédios para certos males, embora seja

necessário pedir a Ossain que o remédio faça efeito. Ogum assim o fez, mas como Oxóssi relutasse em

voltar ao lar, e ao voltar desfeiteasse sua mãe, esta o proibiu de viver dentro da casa, deixando-o ao

relento. Como havia prometido ao irmão ser sempre seu companheiro, Ogum foi viver também do lado

de fora de casa.

Oxóssi tornou-se o melhor dos caçadores e diz o mito que foi ele quem livrou Araketu, sua cidade, de

um grande feitiço das perigosíssimas ajés (feiticeiras africanas) Iyami Oshorongá, que se transformam

em pássaros e atacam as pessoas e cidades com doenças e miséria.

Tendo uma destas feiticeiras pousado sobre o palácio do rei de Ketu, e os demais caçadores do reino

perdido todas as suas flechas tentando matá-la, Oxóssi, com apenas uma, deu cabo do perigoso

pássaro, tendo sido conclamado o rei de Ketu. Pede-se a Oxóssi, portanto, que destrua feitiços ou

energias maléficas.

Um dia, enquanto caçava elefantes para retirar-lhes as presas, Oxóssi encontrou e apaixonou-se por

Oxum, a deusa das águas doces e do ouro que repousa em seus leitos e com ela teve um filho, Logun-

Edé. Filho da floresta com as águas dos rios, Logun-Edé é considerado o orixá da fartura e da riqueza

que ambos os domínios apresentam e dos quais compartilha. Mais adiante eu falo sobre Logun-Edé.

Dia da Semana: terça-feira

Símbolo: ofá (arco e flecha)

Cor: azul e verde (azul pela relação com o ar - no lançamento das flechas - e verde pelas matas)

Elemento: ar e terra

Número: 3

Comida: milho e coco.

Saudação: Okê Arô, Oxossi!

OXÓSSI (oxo: "caçador; ossi: "noturno")

Oxóssi, deus dos caçadores teria sido o irmão caçula ou o filho de Ogum , é o orixá da caça, chamado

muitas vezes de Odé Wawá, ou seja, "Caçador dos Céus". É a divindade da fartura, da abundância, da

prosperidade, Em seu lado negativo, porém, pode ser também o pai da míngua, da falta de provisão. A

seguir citaremos outras importâncias, isto é, atribuições de Oxóssi:

Suas principais características são a ligeireza, a astúcia, a sabedoria, o jeito ardiloso para faturar sua

caça. É um orixá de contemplação, amante das artes e das coisas belas.

Como todos os orixás, Oxóssi também está no dia-a-dia dos seres vivos, convivendo intimamente com

todos nós. Dentro do Culto, ele é o caçador do Axé, aquele que busca as coisas boas para uma Casa de

Santo, aquele que caça as boas influências e as energias positivas.

No dia-a-dia, encontramos o deus da caça no almoço, no jantar, enfim em todas as refeições, pois é

ele que provê o alimento. Rege a lavoura, a agricultura, permitindo bom plantio e boa colheita para

todos.

O culto a esse orixá é bastante difundido no Brasil, mas pouco lembrado na Nigéria, o que se deve ao

fato de Oxóssi ter sido cultuado basicamente em Keto (terra dos panos vermelhos), onde foi

consagrado como rei. No século XIX, devido ao tráfico negreiro, a cidade foi praticamente destruída

pelos ataques das tropas do rei Daomé. Os filhos consagrados a Oxóssi foram vendidos como escravos

no Brasil, Antilhas e Cuba. É o orixá que cultua o próprio individualismo, tendo determinação para

qualquer combate. Outros deuses da caça: Oriluerê, Erinlé, Ibualama, Logun Edé.

O

 

 

xóssi – Odé, está ligado à terra virgem. Possui muita importância em Kétu, torna-se Alákétu (rei do

Kétu). É àxèxè (princípio dos princípios) dos descendentes de Kétu.

Os Oge (chifres de touro) fazem a comunicação entre o Aiyé e Orún, chamados de: Olugboohun – o

senhor escuta a minha voz.

Oxóssi é um caçador nato, irmão mais novo de Ogum e protetor dos caçadores e policiais de toda

ordem. Seus filhos são lutadores, obstinados e não desistem de seus objetivos por nada. De fortes

ligações místicas são capazes até de adquirir poderes sobrenaturais. Acima de tudo, possuem uma

alegria contagiante e uma agitação inevitável. Empunha um arco e flecha de ferro e sua coe é o azul

celeste claro.

Mitologicamente Oxossi é filho de Oxalá e Yemanjá , embora esta versão coexista com outra menos

conhecida, que diz que o Deus da Caça é filho de Apáokà (Jaqueira).

Oxossi, Caçador de elefantes, animal associado à realeza e aos antepassados. Vive na floresta, onde

moram os espíritos e está relacionado com árvores também.

Oxossi usa Irukèrè, uma espécie de chicote, feito com pelos do rabo do touro, cujo objetivo maior é

dominar os espíritos da floresta, pois o rabo do animal como fica voltado para traz, ou seja, para o

passado e para os espíritos dos mortos. O Irukèrè também serve para espantar os mosquitos e

sobretudo as abelhas — mensageiras de Oxossi, que deixam o seu mel aos pés de Iroko ou do Apáoká

— a verdadeira mãe de Oxossi, a que lhe deu o tesouro, que nada mais é do que o mel alimento real e

o Àsé principal das divindades femininas. As abelhas representam os espíritos de antepassados

femininos que povoavam a floresta.

Uma das qualidades de Oxossi se identifica com a pantera – é o terrível Ode.

Oxossi conhece a natureza, as plantas, as quais estão associadas à qualidade de Ode Ose Ewe e

está ligado ao frio, à noite e a lua. Inclusive vários oriki de Oxossi confirmam esta associação.

Oxossi é o único Orixá que entra na mata da morte, joga sobre si um pó sagrado, avermelhado,

chamado AROLÉ, que passou a ser um de seus dotes. Este pó o torna imune à morte e aos EGUNS.

ORÔ DE OXOSSI

Omo – Ode – Lailai

Omo – Ode – Kosajô

Abaderoco Koisô

Omo – Ode – Kosajô

QUALIDADES

AKUERAN:

 

 

Velho, come carne crua, culto realizado na madrugada. Tem fundamento com Oxumarè e

Osónyín. Muitas de suas comidas são oferecidas cruas. Ele é o dono da fartura, ele mora nas

profundezas das matas. Veste-se de azul claro e tiras vermelhas, suas contas são azul claro. Seus

bichos são: papagaio e arara, tira-se as penas e solta-e o bicho.

DANADANA:

 

 

Ele o Orixá que entra na mata da morte Velho, irmão de Ogún, tem fundamento

com Exu, Osónyín, Oxumarè, Oya e Obaluaê/Omulú. É e sai sem temer EGUN e a própria morte. Veste

azul claro.

OTIN:

 

 

Conhecido como Babá Otin – Oxossi menino, capanga de coelho, veste azul claro e o vermelho,

contas azuis e chapéu de plumas brancas. Usa uma lança. Guerreiro é muito parecido com o irmão

Ogún vive na companhia dele, caçando e lutando, é muito manhoso e não tem caráter fácil, muito

valente, estando sempre pronto a sacar sua arma quando provocado. Não leva desaforo e castiga seus

filhos quando desobedecido. Tem que se dar comida a Ogún.

ODEMIRA:

 

 

Acompanha Yemanjá, cultuado apenas no Axé Opo Afonjá.

OKOLO:

 

 

Velho, é Ossaiyn que traz esta qualidade no barracão.

ORIEJE:

 

 

Veste verde, é assentado na floresta.

OSONGBO:

 

 

Vem ao barracão com uma flauta de osso, cultua egungun.

ORUMINA:

 

 

É do mato, aprecia animais selvagens.

GENDEPE:

 

 

É do mato, violento.

ONIPABO:

 

 

Violento, acompanha Ogún, veste-se de azul, verde e vermelho.

ODOOKE:

 

 

Vive nos montes, Oxun do lado, come bode castrado.

ÀROLÉ:

 

 

Deus da caça, veste-se de peles de animais, usa polvari, come carne

crua, usa duas capangas, debaixo do assentamento tem umaestrela. É invocado no padê de Exu. É o

verdadeiro rei de Ketu,as pessoas dele são muito antipáticas, jovem e romântico, gosta de namorar,

vive mirando-se nas águas, apreciando

sua beleza. Come com Ogún e Oxún, aprecia carne de veado e é ágil na arte de caçar.

ODE OSE EWE OU YBO:

 

 

É o senhor da floresta, ligado as folhas e as Osonyín, com quem vive nas

matas. Veste azul claro e usa capacete quase tampando o seu rosto.

IGBO:

 

 

Velho, associado a Osonyín. Cultuado em Lobu. Mania de perfeição

YBUALAMO:

 

 

É velho e caçador. Come nas águas mais profundas. Conta um mito que Ybualamo é o

verdadeiro pai de Logunedé. Apaixonado por Oxún e vendo-a no fundo do rio, ele atirou-se nas águas

mais profunda em busca de seu amor. Sua vestimenta é azul celeste, como suas contas. Come com

Omolú Azoani, usa um capacete feito de palha da costa e um saiote de palha.

INLÉ OU ERINLÈ:

 

 

É o filho querido de Oxaguian e Yemanjá. Veste-se de branco em homenagem a

seu pai. Usa chapéu com palmas brancas e azuis claro. É tão amado que Oxaguian usa em suas contas

uma azul claro de seu filho. Come com seu pai e sua mãe (todos os bichos) e tem fundamento com

Ogún Já.

KOIFÉ:

 

 

Não se faz no Brasil e na África, pois, muitos de seus fundamentos estão extintos. Seus eleitos

ficam um ano recolhidos, tomando todos os dias o banho das folhas. Veste vermelho, leva na mão uma

espada e uma lança. Come com Osónyín e vive muito escondido dentro das matas, sozinho. Suas

contas são azuis clara, usa capangas e braceletes. Usa um capacete que lhe cobre todo o rosto.

Assenta-se Koifé e faz-se Ybo, Ynlé ou Oxún Karé; trinta dias após, faz-se toda a matança.

ODÉ KARE:

 

 

É ligado as águas e a Oxún, porém os dois não se dão bem, pois, exercem as mesmas

forças e funções. Come com Oxún e Oxalá. Usa azul e um Banté dourado. Gosta de pentear-se, de

perfume e de acarajé. Bom caçador, mora sempre perto das fontes.

ODÉ WAW:

 

 

Vem da origem dos Orixás caçadores. Veste-se de azul e branco, usa arco e flecha e os

chifres do touro selvagem. Come com Oxalá e Xangô, pois, dizem que ele fez sua morada debaixo da

gameleira. Está extinto, assenta-se ele e faz-se Ayrá ou Oxún Karé.

ODÉ WALÈ:

 

 

É velho e usa contas azuis escuro. É considerado como rei na África, pois, seu culto é

ligado diretamente à pantera, é muito severo, austero, solteirão e não gosta das mulheres, pois, as

acha chatas, falam demais, são vaidosas e fracas. Come com Exu e Ogún.

LENDA

Conta-se que um grande caçador entrou na mata com seu filho Longunedé, ensinandolhe

a arte de caçar e manejar o arco e a flecha, após inúmeras caçadas, Logun sentou-se embaixo de

uma árvore para descançar. Nessa árvore pousou um pássaro e Oxóssi preparou sua arma e atirou.

Acertou em cheio pássaro e, também, uma colméia de abelhas. Elas foram cair justamente sobre a

cabeça de Logunedé, que sem ter como se defender foi picado. Oxossi vendo o desespero do filho,

correu a acudi-lo, sendo mordido várias vezes. Conseguindo fugir, deitou seu filho em folhas frescas e,

sem saber o que fazer, pôs-se a chorar. Eis que o Orixá Omolú vendo aquilo, parou e apiedou-se do

estado de Logunedé, pois, a criança estava morrendo. Omulú tirou de sua capanga água de cana e

gengibre, pilou e aplicou sobre os ferimentos, aliviando as dores. Após isto, fez o mesmo com Oxossi,

curando-o completamente.

Oxossi então disse-lhe: Senhor dos aflitos, ponho o meu reino a seus pés e toda a minha caça

que daqui por diante eu consegui, comeremos juntos. Omulú agradeceu e seguiu seu caminho. Então

Oxossi jurou que nunca mais comeria o mel, pois, o mel o faria lembrar todo o sofrimento seu e de seu

filho. Por isso Oxossi não leva mel e Logunedé é levado com açúcar mascavo e gengibre. Toda pessoa

de Logun tem que assentar Azoani. Tem que ter um pedaço de colméia para quando Logun chegar,

depois enrola-se num murim e joga-se no rio. Também é proibido aos filhos de Logun comerem

palmito, fígado de boi e caças.

COR:

 

 

azul claro, verde, branco (às vezes).

COMIDA:

 

 

ewa (feijão fradinho torrado) dentro de um oberó (panela de barro – alguidá), axoxó

(milho vermelho com fatias de coco) e frutas variadas.

DIA DA SEMANA:

 

 

quinta-feira.

DATA:

 

 

Corpus Christi (BA), 23 de abril (SP), 20 de janeiro (RJ).

FRUTAS:

 

 

coco, goiaba, manga rosa, pitanga, jabuticaba, espiga de milho, graviola, mamão e limão.

FOLHAS:

Jaborandi Bredo de santo Antonio Capim cabeludo

São gonçalinho Erva curraleira Lágrimas de N. Sra.

Espinho cheiroso Groselha (folhas) Dandá da Costa

Alecrim do campo Pitanga Arueira

Maminha de vaca Rabo de tatu Carrapicho

Abre caminho Patchulim (folhas) Caiçara

Alfavaca Língua de vaca Nenúfar/Golfo

Saião Folha do fogo Oripepe

Ingá Capeba Peregun

Acácia jurema Jarrinha Alecrim caboclo

BEBIDAS:

 

 

água de coco, aluá, água de coco com açúcar mascavo, água com açúcar mascavo e

melaço.

ILEKÉ:

 

 

nas mesmas cores.

METAL:

 

 

bronze, metal amarelo, estanho (às vezes).

PARTE DO CORPO:

 

 

antebraço, braço, cabelo do corpo e pulmão.

SÍMBOLOS:

 

 

Ofá, Ode Mata, Irukèrè, Oge (2), Apo (capanga).

SACERDOTE:

 

 

Odesi

CARGOS:

 

 

qualquer, inclusive Ojé.

SAUDAÇÃO: Oke Aro!

Oxossi, rei de Ketu, meu pai e pai de mestre Caribé, de Genaro de Carvalho e de Camafeu de Oxossi, é

São Jorge matando o dragão. Deus da caça, das úmidas florestas, com o ofá(arco e flexa), abate os

javalis, as feras, é o invencível caçador. Rei Oxossi, senhor do Ketu, rodeado de animais, usa capanga

e chapéu de couro. Carne de porco, eis a sua comida preferida. Gosta também de bode e galo mas não

tolera feijão branco. Come ainda ojojó, milho cozido com pedaços de côco. Dança com ofá e erukerê

feito com rabo de boi. Sua palavra de saudação é Okê. Existem várias qualidades de Oxossi: Otin, Inlé

e Ibualama. Orixá poderoso, encantado do maior respeito, suas festas são de grande beleza e

opulência. Uma delas, a das Quartinhas de Oxossi, no candomblé do Gantois, onde reina a veneranda

Mãe Menininha, é inesquecível espetáculo.

Ibualama ou Inlé é uma qualidade de Oxossi, marido de Oxum. Como os demais Oxossis é caçador, rei

de Ketu, usa ofá(arco e flexa) e chapéu de couro. Come tudo que é caça e seu dia é quinta-feira.

Um Oxossi azul, Otin! Usa capanga e lança. Vive no mato a caçar. Come tôda espécie de caça mas

gosta muito de búfalo.

ARQUÉTIPO

O arquétipo de Oxóssi é o das pessoas espertas, rápidas, sempre alerta e em movimento. São pessoas

cheias de inicitiva e sempre em vias de novas descobertas ou de novas atividades. Têm o senso da

responsabilidade e dos cuidados para com a família. São generosas, hospitaleiras e amigas da ordem,

mas gostam muito de mudar de residência e achar novos meios de existência em detrimento, algumas

vezes, de uma vida doméstica harmoniosa e calma.

ESSABAS DE OXOSSI:

Folha de Irôko

Canela de macaco

Taioba

Rama-de-leite

Erva-tostão

Cipó-chumbo

Aroeira branca

Peregun

Erva pombinho (quebra-pedra)

Pega-pinto

Alecrim do campo

Bredo sem espinho – Teté

Alfavaquinha – Orim-rim

Folha da costa – Odún-dun

Jarrinha – Jacomijé

Dandá do brejo – Irekê-omin

Espada de Ogun – Junçá

Folha de loko – Iróko

Folha de dendezeiro – Mariwô

Capim cabeludo – Irum-perlêmin

Akoko

Cana-fita – Fitiba

Parietária – Monan

QUALIDADES DE ODÉ:

1. Orè ou Orèlúéré

2. Inlé ou Erinlè, ou ainda

Age

3. Ibùalámo

4. Fayemi

5. Ondun

6. Asunara

7. Apala

8. Agbandada

9. Owala

10. Kusi

11. Ibuanun

12. Olumeye

13. Akanbi

14. Alapade

15. Mutalambo

ODE

ALFAVACA; ABRE CAMINHO; ACÁCIA; FUREMA; ALFAVAQUINHA;

ALFAZEMA DE CABOCLO; ALECRIM DO CAMPO; ALECRIM; ARASSA DE

COROA; ARASSA DO CAMPO; BREDO SEM ESPINHO; CARQUEJA; CANA

FITA; CAIÇARA; CABELO DE MILHO; CAPEBA; CIPÓ CABOCLO; CAPIM

LIMÃO; CIPÓ CRAVO; CARRAPICHO; ERVA CURRALEIRA; COQUEIRO DE

IRI; ERVA DE PASSARINHO; GOIABEIRA; GROSELHA; ARRUDA MIÚDA;

GUACO; GUINÉ; HISSOPO; INGAZEIRO; MALVA DO CAMPO; JACATIRÃO;

LÍNGUA DE VACA; MALVARISCO; PITANGATUBA; PARIPAROBA;

NICURIZEIRO; PEREGUN; PITANGUEIRA; GUAXIMA ROSA; JASMIM

MANGA; JURUBEBA; MILHO; SAIÃO; SÃO GONÇALINHO; MURICI; FOLHA

DE BICHO; LÁGRIMA DE NOSSA SENHORA; ALECRIM DO CAMPO;

ARAÇA.

OXOSSI

Locais de

maior vibração

dos orixás

mata fechada

As cores e

flores que são

regidas pelos

orixás:

Vermelha ( Palmas)

As bebidas que

são regidas

pelos orixás:

Vinho Moscatel

Frutos e Frutas

Todas as frutas e frutos.

Algumas das

comidas mais

comuns

oferecidas aos

Orixás:

Canjiquinha de milho vermelho, com pedaços pequenos de coco regado

com mel.

Mencionaremos

aqui as ervas

mais

conhecidas no

Rio de Janeiro:

Jurema, Alfavaca, Jureminha, Pelegum verde, Cana de Brejo, Caiçara,

Eucalipto.

Os Orixás

normalmente

trazem em

seus filhos

suas

características

físicas e de

caráter. Assim

podemos dizer

que os filhos

de:

São pessoas leves, inquietas, interessam-se por tudo, pouco

perseverantes, instáveis em suas afeições, facilmente sugestionados.

Os Orixás têm

suas

preferências

também

quanto aos

metais. O ferro.

Calendário

Festivo da

Umbanda 20 de janeiro.

LENDA DE OXOSSI:

Oxossi é irmão de Ogun. Ogun resolveu ensinar a arte de caçar à Ibô, Como era conhecido

Oxossi.

Oxalá precisou da pena de uma determinada ave e recomendou os serviços de Ogun. Ogun não

conseguiu e indicou o nome de Ibô para assumir o serviço, dizendo à Oxalá que ele era o melhor

caçador do mundo. Assim Ibô seguiu viagem, foi para a floresta e com apenas uma flecha conseguiu

matar a ave e retirar a pena que Oxalá precisava. Só que na saída da floresta foi atacado por vários

animais ferozes, conseguindo escapar com vida, carregando a pena.

Andou vários dias se arrastando pelo chão. Conseguindo chegar ao reino de Oxalá não

atravessou os portões por estar quase morto. Ogun o encontrou e o levou até Oxalá.

Desconsertado Ibô desculpou-se com Oxalá pelo atraso porém, Oxalá o saudou dando à ele um

novo nome: OXOSSI – Senhor da Caça.

LENDA DE ODÉ

Na cidade de Ifé, realizavam-se festividades e rituais por ocasião das colheitas. Os sacerdotes

da aldeia, fugindo aos seus costumes, não realizavam as oferendas obrigatórias para três das maiores

bruxas conhecidas: as Iya-mi Oxorongás. Esse ato imperdoável precisava de uma boa punição. Foi

assim que elas enviaram um enorme pássaro para assombrar aquela aldeia.

A ave ficou pousada no telhado do palácio, de onde podia avistar toda a cidade.

Um clima de medo e mau agouro espalhou-se entre os moradores, que não sabiam o que fazer

para acabar com aquele terrível monstro.

Oferendas foram realizadas para as Oxorongás, mas sem resultado. Era tarde demais para isso.

Foi então que alguns caçadores se apresentaram para matar o pássaro das bruxas, mas foram

todos derrotados. O último caçador possuía apenas uma flecha, e era a última esperança de livrar a

aldeia da morte. Esse caçador era Odé.

Sua mãe, que estava longe daquele lugar, teve um mau presságio com relação a ele.

Consultando um babalawô, teve a confirmação do que já sabia: seu filho corria grande perigo.

Foram necessárias muitas oferendas para que a missão de Odé fosse executada com perfeição

e, graças a isso, Odé pôde matar o pássaro com sua única flecha, livrando sua aldeia da aniquilação.

Desde então vem sendo venerado por esse povo

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